sábado, 16 de maio de 2009

Devocional

  • A fila
  • HEBREUS 4:16
    Aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança.

    LEITURA BÍBLICA: 2 Samuel 7:18-22

    Há quem diga que hoje a fila faz parte da vida da maioria das pessoas. Há filas tanto para pagamentos como para recebimentos. A fila cria progresso no guichê pela ordem, mas também frustração e aborrecimento em algumas pessoas, até tornando-as iradas de ter de esperar a sua vez. Ajudaria lembrar o escrito de Ralph Waldo Emerson: “Toda vez quando você se ira por um minuto, saiba que perdeu sessenta segundos de paz.” A paz do Senhor Jesus é para quem espera nele pela graça de agüentar as provações da vida.

    Porém, a demora em ser atendido por Deus não é um acidente. Deus não tem fila, mas conhece o tempo certo. Temos acesso direto à sua presença em oração. Lemos hoje de como Davi, depois de receber do profeta Natã a mensagem de Deus, foi ao tabernáculo e começou a orar. Expressou louvores e adoração ao soberano Senhor pela sua vontade revelada quanto ao futuro do reino. Certamente Deus sentiu alegria quando seu servo não hesitou em aproximar-se dele.

    O inimigo gostaria de nos convencer que somos indignos de nos dirigir diretamente a Deus. Acusa-nos de ainda não termos um grau de vida espiritual suficiente. Contudo, se você já recebeu Cristo como Salvador, aceitando seu convite “Venham a mim”, você chegou-se a ele diretamente. Mesmo se alguém lhe ensinou as palavras para confessar seus pecados e convidar Jesus a entrar na sua vida, sua prece chegou a Deus diretamente. Mas pode ser que ao longo do caminho, quando pecou, Satanás o desanimou de falar com Cristo para receber seu perdão e a graça de continuar com ele. Facilmente nos enganamos, pensando que é necessário nos sentirmos mais profundamente convictos para ousar contar tudo a Cristo. É bom lembrar-se que o trono de Deus sempre oferece entrada franca! Sendo filho de Deus, você tem o mesmo acesso que uma criança tem a seus pais, acolhido com seu eterno amor. Como filho, deixe de pensar em filas! – TL


    Deus não tem problemas de agenda. Fale com ele agora. 

    fonte: http://www.cristianismohoje.com.br/devocional.php?sessaoid=34195&devsid=35348&id=38964

  • HOJE TEM















    Conexão na Celebração Jovem...
    Onde vamos trabalhar nosso tema do mês (Família) e orarmos juntos!

    Contamos com você : )
    As 20h na ICEM

    Artigo

    Tempo de plantar

    Tom Ascol

    Na igreja primitiva, a evangelização e a implantação de igrejas andavam lado a lado. De fato, não havia outra alternativa, porque, onde o evangelho penetrava e as pessoas se convertiam, se elas tinham de reunir-se como igreja, um corpo era estabelecido. Os novos crentes de Éfeso não podiam ser integrados às várias igrejas da cidade. Tinham de tornar-se parte de uma nova igreja.


    Esta é uma conclusão inevitável do livro de Atos: onde a evangelização resultava em pessoas tornando-se seguidores de Cristo, ali novas igrejas eram plantadas. A primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé demonstra isso claramente. Em seu retorno à igreja de origem, em Antioquia, eles visitaram outra vez os novos convertidos que haviam sido ganhados para Cristo nas cidades da Galácia e da Frígia. Lucas nos diz que eles voltaram por aquelas cidades e fortaleceram “a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé” e promoveram, “em cada igreja, a eleição de presbíteros” (At 14.22-23).


    A evangelização resultou em novos discípulos que se uniram em igrejas locais. Essa foi a maneira como as igrejas do século I foram plantadas. Hoje, se formos honestos, teremos de admitir que muitas de nossas igrejas novas resultam de pecado, e não de evangelização. Se as igrejas que começaram como resultado de separação de outra igreja deixassem de existir, o número de igrejas evangélicas diminuiria grandemente.


    Não estou dizendo que não é correto o crente deixar uma igreja para começar outra. Às vezes, essa é única opção disponível. Em uma época em que muitas igrejas perderam o evangelho, tal opção é comum, pois tem de haver alguma ruptura em igrejas que se esforçam para recuperar o evangelho. A obra de reforma e renovação da igreja é muito importante e bastante necessária; e as consequências que acompanham esse esforço são, às vezes, inicialmente muito dolorosas.


    No entanto, o compromisso com a reforma da igreja nunca deve se tornar uma desculpa para negligenciarmos a implantação de igrejas. Pela graça de Deus, mais e mais pastores e igrejas estão pensando sobre e tomando os passos para se tornarem ativamente envolvidos na obra de começar novas igrejas. O tema da Conferência Nacional Founders, em 2008, abordou tanto a reforma como a implantação de igrejas. Cada igreja precisa cultivar um compromisso permanente com ambas as coisas.


    Ore ao Senhor pedindo-Lhe que desperte entre nós maior paixão pela ampliação de seu reino, enviando mais obreiros para a sua seara, para que vejamos pessoas convertidas e novas igrejas implantadas.


    Tradução: Pr. Wellington Ferreira

    © Editora FIEL 2009.

    fonte: http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=254